JULIA E LITERATURA

PS: 3 “The Busy Heart” - Rupert Brooke

6 min · 12. juni 2026
episode PS: 3 “The Busy Heart” - Rupert Brooke cover

Beskrivelse

Olá, queridos ouvintes. Em continuação à nossa homenagem ao Dia dos Namorados, a nossa próxima leitura é o poema “The Busy Heart” (1913) do poeta inglês Rupert Brooke, que hoje representa, na literatura inglesa, o espírito da Inglaterra georgiana antes e durante o período da Primeira Guerra Mundial. Link do poema: * “The Busy Heart [https://www.rupertbrooke.com/poems/1912-1913/the_busy_heart/]” (1913) . . O Coração Ocupado  (tradução autoral): Agora que terminamos o nosso melhor e pior, e partimos, Eu encheria minha mente com pensamentos que não me laceram. (Ó coração, eu não ouso partir com o coração vazio) Pensarei no amor dos livros, amores que prosperam; Mulheres grávidas, satisfeitas; e homens velhos descansando; E terras de lavoura úmidas e férteis, destinadas ao grão; E bebês que choram e logo esquecem que estão chorando; E os céus jovens e frescos, esquecidos após a chuva de verão; Silencioso entardecer, quebrado pelo bater das asas que regressam ao ninho; E a nobreza do Canto, e a Sabedoria do sagrado, Que vivem, nós morremos. Eu pensaria em mil coisas que tenho contemplado, Belas e duráveis, e as saboreio devagarzinho Uma após o outra, como se estivéssemos provando um quitute, Em que eu preciso ocupar o meu coração com quietude. . . INSTAGRAM: @juliaeliteratura [https://www.instagram.com/juliaeliteratura/]   Até a próxima!  🎙️🧡👋🏼

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episode PS: 3 “The Busy Heart” - Rupert Brooke cover

PS: 3 “The Busy Heart” - Rupert Brooke

Olá, queridos ouvintes. Em continuação à nossa homenagem ao Dia dos Namorados, a nossa próxima leitura é o poema “The Busy Heart” (1913) do poeta inglês Rupert Brooke, que hoje representa, na literatura inglesa, o espírito da Inglaterra georgiana antes e durante o período da Primeira Guerra Mundial. Link do poema: * “The Busy Heart [https://www.rupertbrooke.com/poems/1912-1913/the_busy_heart/]” (1913) . . O Coração Ocupado  (tradução autoral): Agora que terminamos o nosso melhor e pior, e partimos, Eu encheria minha mente com pensamentos que não me laceram. (Ó coração, eu não ouso partir com o coração vazio) Pensarei no amor dos livros, amores que prosperam; Mulheres grávidas, satisfeitas; e homens velhos descansando; E terras de lavoura úmidas e férteis, destinadas ao grão; E bebês que choram e logo esquecem que estão chorando; E os céus jovens e frescos, esquecidos após a chuva de verão; Silencioso entardecer, quebrado pelo bater das asas que regressam ao ninho; E a nobreza do Canto, e a Sabedoria do sagrado, Que vivem, nós morremos. Eu pensaria em mil coisas que tenho contemplado, Belas e duráveis, e as saboreio devagarzinho Uma após o outra, como se estivéssemos provando um quitute, Em que eu preciso ocupar o meu coração com quietude. . . INSTAGRAM: @juliaeliteratura [https://www.instagram.com/juliaeliteratura/]   Até a próxima!  🎙️🧡👋🏼

12. juni 20266 min
episode PS: 2 “How Do I Love Thee?” - Elizabeth Barrett Browning cover

PS: 2 “How Do I Love Thee?” - Elizabeth Barrett Browning

Olá, queridos ouvintes. Em nosso segundo episódio do quadro Poemas Seletos (PS), em homenagem ao Dia dos Namorados, iremos fazer a leitura do poema “How Do I Love Thee? (Sonnet 43)” (1850) da poeta britânica Elizabeth Barrett Browning, considerada por muitos como a maior poeta do período vitoriano. O soneto escolhido é um dos poemas de amor mais citados de toda a literatura inglesa.  Link do poema: * “How Do I Love Thee? (Sonnet 43) [https://poets.org/poem/how-do-i-love-thee-sonnet-43]” (1850) . . Como eu te amo? (Soneto 43) (tradução autoral): Como eu te amo? Deixa-me contar as maneiras. Eu te amo com a profundidade, amplitude e vista retumbante que minha alma pode atingir, quando está fora do alcance, para os fins do ser e a graça autêntica. Eu te amo com a necessidade mais silenciosa que salienta a cada dia, à luz do sol e à luz de velas. Eu te amo livremente, como quem luta com alma sincera Eu te amo puramente, como quem não procura recompensa. Eu te amo com a paixão que sempre guardei em minhas antigas mágoas, e com a fé singular. Eu te amo com um amor que quase desperdicei com meus santos perdidos. Eu te amo com o respirar, sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida; e, com a divina lei, após a morte, eu ainda vou te amar. . . INSTAGRAM: @juliaeliteratura [https://www.instagram.com/juliaeliteratura/] Até a próxima!  🎙️🧡👋🏼

12. juni 20265 min
episode #02 Bruges, a morta: a cidade como personagem e a obsessão pela “a morta” cover

#02 Bruges, a morta: a cidade como personagem e a obsessão pela “a morta”

Olá, queridos ouvintes. No nosso segundo episódio, iremos falar sobre o livro “Bruges, a Morta” (1892), um clássico da literatura simbolista que retrata o luto de Hugo, numa cidade medieval caída no esquecimento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Brown, Andrew; Dumolyn, Jan. Medieval Bruges: C. 850-1550. United Kingdom: Cambridge University Press, 2018. Pudles, Lynne. Fernand Khnopff, Georges Rodenbach, and Bruges, the Dead City. The Art Bulletin 74, no. 4 (1992): 637–654. Rodenbach, George. Bruges, a Morta. Tradução especial e introdução: Juracy Daisy Marchese. São Paulo: Editora Clube do Livro, 1960. Link do livro: Bruges-La-Morte [https://www.gutenberg.org/cache/epub/14911/pg14911-images.html] (do francês e traduzido por IA para o português) POSTS NO INSTAGRAM: ◦ IMAGENS DO LIVRO “BRUGES, A MORTA” [https://www.instagram.com/p/DVKFOFtgUBd/?igsh=MW9pcjFvcG56cjF2cA==] ◦ ADAPTAÇÕES CINEMATOGRÁFICAS [https://www.instagram.com/p/DVO6UJFgWQV/?igsh=OWVhMDhnMzdvZGVx] INDICAÇÃO DE FILMES: * Devaneios [https://en.wikipedia.org/wiki/File:Daydreams_(1915).webm] (Daydreams) (1915) * Além do Esquecimento (1956) * Um Corpo que Cai (Vertigo) (1958) * Bruges-la-Morte [https://vimeo.com/412529232] (1978) * Brugge, die stille [https://www.youtube.com/watch?v=X-JYo5ImQeQ] (1981) * Na Mira do Chefe (In Bruges) (2008) Até a próxima! 🎙️🧡👋🏼

24. feb. 202619 min
episode PS: 1 “We Are Seven” - William Wordsworth cover

PS: 1 “We Are Seven” - William Wordsworth

Olá, queridos ouvintes. Em nosso mini episódio, quadro de estreia de Poemas Seletos (PS), iremos fazer a leitura do poema “We Are Seven” (1798) do poeta inglês William Wordsworth, considerado por muitos o maior líder do movimento romântico inglês, e a leitura da versão traduzida pelo poeta e tradutor José Lino Grunewald. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: * WORDSWORTH, WILLIAM. English Romantic Poetry: An Anthology (Dover Thrift Editions), 1996. POST NO INSTAGRAM: ◦ INTERPRETAÇÃO DO POEMA E CURIOSIDADES [https://www.instagram.com/p/DTLu3bAARYo/?igsh=MWQ0bzdtbWdlbzBtZA==] Link do poema: “We Are Seven [https://www.poetryfoundation.org/poems/52298/we-are-seven]” (1798) Plataformas: ⁠⁠Instagram [https://www.instagram.com/juliaeliteratura?igsh=MWoyaGE1Y2ZqMTJ2aQ==]⁠⁠ | ⁠⁠YouTube [https://youtube.com/playlist?list=PLftL5taDiA4PeCW3EzKJIfTXWO9IJnbz8&si=-os95HcjCOpjdu9T]⁠⁠ Até a próxima! 👋🏼🧡🎙️

6. jan. 202610 min
episode #01 Walt Whitman: o pai do verso livre cover

#01 Walt Whitman: o pai do verso livre

Olá, queridos ouvintes. Em nosso episódio de estreia iremos falar sobre o poeta norte-americano Walt Whitman e o processo da criação do verso livre. Abaixo coloco as informações que forneci ao longo do áudio. POEMAS CITADOS: * The Base of All Metaphysics [https://whitmanarchive.org/item/ppp.00270_00311] (1871) * Song of Myself [https://whitmanarchive.org/item/ppp.00271] (1855) * I Sing The Body Electric [https://whitmanarchive.org/item/ppp.00473_00479] (1867) As 6 edições de “Leaves Of Grass”: U.S. Editions of Leaves of Grass (Edição original de Folhas de Relvas) [https://whitmanarchive.org/published-writings/leaves-of-grass] REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: * AVELAR, Mário. O essencial sobre Walt Whitman. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 2011. * DEUTSCH, Babette. Walt Whitman. 12. ed. Tradução: Brenno Silveira. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1957. * FERNANDES, Luiz Estevam. et.al. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. Ed. Contexto, 2007. * WHITMAN, Walt. Leave of Grass: The original 1855 edition. Mineola, New York: Dover Thrift Editions, 2007. * WHITMAN, Walt. Folhas de Relvas. Tradução: Rodrigo Garcia Lopes. São Paulo: Iluminuras (edição bilíngue, revista e ampliada), 2021. POSTS NO INSTAGRAM: ◦ IMAGENS DA 1ª EDIÇÃO DO LIVRO [https://www.instagram.com/p/DGlBjHUux4p/?img_index=1] ◦ A POLÊMICA DO RETRATO [https://www.instagram.com/p/DGljSmNvA1g/?img_index=1] ◦ O POEMA "A BASE DE TODA A METAFÍSICA" [https://www.instagram.com/p/DGn4yN9u4An/?img_index=1] ◦ INDICAÇÃO DE FILMES [https://www.instagram.com/p/DG50utXu_e5/?img_index=1] Poemas de Walt Whitman lido por homens: * “I Sing The Body Electric” por Richard Mitchley [https://open.spotify.com/track/4YcZrjHqZatPc3k5Ayu4zC?si=0befffb2f4df4f26] (Spotify) * “I Sing The Body Electric” por Richard Mitchley [https://youtu.be/zZF_3RhHoiM?si=5lFTnFT3nyFc-X2w] (Youtube) * “Song of Myself” pt. I por Michael Ullyot [https://open.spotify.com/episode/0UAgOY8WtCjpiXcESkWnRA?si=2WealuNLSmyhXFgnSuHYsA](Spotify) * “Song of Myself” pt. VI por Orson Welles [https://youtu.be/nUBtt--0hkY?si=os1HZdLmsVrdAHuG] (Youtube) * “Song of the Open Road” por Dan O’Herlihy [https://open.spotify.com/track/3IrZV47kayxfjuPYk5YfbU?si=18076833e7c54f3b] (Spotify) * “Song of the Open Road” por Dan O’Herlihy [https://www.youtube.com/watch?v=NY40K96pcfw] (Youtube) * “The Base of All Metaphysics” por Mike Yu [https://www.youtube.com/watch?v=o4rdZrt0338] (Youtube) * “A base de toda metafísica” tradução por Bernardo Souto [https://youtu.be/x2q520-6rCk?si=WI7XdhL_AwrzPHvH] (Youtube) Outros autores citados ao longo do episódio: (I) poeta romano Ovídio e seu livro “A Arte de Amar”, (II) poeta transcendentalista Ralph Waldo Emerson, (III) escritor transcendentalista H.D. Thoreau e seu livro “Walden”, (IV) poeta Robert Frost e seu poema “The Road Not Taken”. Plataformas: ⁠⁠Instagram⁠⁠ [https://www.instagram.com/juliaeliteratura/] | ⁠⁠YouTube⁠⁠ [https://www.youtube.com/playlist?list=PLftL5taDiA4PeCW3EzKJIfTXWO9IJnbz8] Até a próxima! 🎙️🧡👋🏼 Composição e execução da vinheta: Ceci Penido e Vasconcelos Sentimento Edição: Vasconcelos Sentimento

27. feb. 202541 min