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Lisää Podcasts de Ecologia/Composições musicais/Natureza Ecology Podcasts/Musical Compositions/Nature
Neste espaço estamos disponibilizando, gratuitamente, podcasts sobre ecologia, meio ambiente e biodiversidade. Também incluimos composições musicais de minha autoria, como forma de expressão da linguagem universal que é a música. In this space we are making free podcasts available on ecology, environment and biodiversity. We also included musical compositions of my own, as a way of expressing the universal language that is music.
Entendendo as mudanças climáticas.
Mudanças climáticas: um guia rápido para entender o aquecimento global. As temperaturas mundiais estão subindo por causa da atividade humana, e as mudanças climáticas agora ameaçam todos os aspectos da vida humana. Se a situação não for controlada, os humanos e a natureza passarão por um aquecimento catastrófico, com o agravamento das secas, maior aumento do nível do mar e extinção em massa de espécies. Enfrentamos um grande desafio, mas existem soluções potenciais. O que é mudança climática? Clima é o conjunto de condições médias de temperatura e ambiente num lugar, ao longo de muitos anos. A mudança climática é uma mudança nessas condições médias. A rápida mudança climática que estamos vendo agora é causada pelo uso humano de petróleo, gás e carvão para casas, fábricas e transporte. Quando esses combustíveis fósseis queimam, eles liberam gases de efeito estufa — principalmente dióxido de carbono (CO2). Esses gases retêm o calor do Sol e fazem com que a temperatura do planeta aumente. O planeta está agora cerca de 1,2°C mais quente do que no século 19 — e a quantidade de CO2 na atmosfera aumentou em 50%. O ritmo de aumento da temperatura precisa diminuir se quisermos evitar as piores consequências das mudanças climáticas, dizem os cientistas. Eles afirmam que o aquecimento global precisa ser mantido em 1,5°C até o ano 2100. Se nada for feito, os cientistas acreditam que o aquecimento global pode ultrapassar os 4ºC, levando a ondas de calor devastadoras, milhões perdendo suas casas devido à elevação do nível do mar e perda irreversível de espécies vegetais e animais. [...] O que podemos fazer? Grandes mudanças precisam vir de governos e empresas, mas os cientistas dizem que algumas pequenas mudanças no dia a dia podem limitar nosso impacto no clima: • Pegue menos voos; • Não use carros ou opte por carro elétrico; • Compre produtos com eficiência energética, como máquinas de lavar, quando precisarem de substituição; • Mude de um sistema de aquecimento a gás para uma bomba de calor elétrica; • Use material que isole sua casa do frio e do calor, evitando com isso usar aquecimento e ar-condicionado. Fontes (textos e créditos): https://www.bbc.com/portuguese/geral-58928083 https://www.institutodeengenharia.org.br/site/2022/05/04/mudancas-climaticas-um-guia-rapido-para-entender-o-aquecimento-global/ https://metsul.com/um-guia-para-entender-as-mudancas-climaticas/ https://climainfo.org.br/2022/05/13/cientistas-criam-guia-sobre-como-divulgar-eventos-climaticos-extremos/ Imagem (créditos): https://www.unep.org/pt-br/noticias-e-reportagens/reportagem/10-dicas-para-combater-crise-climatica Foto: Unsplash / Callum Shaw. Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=FhhPsur-OOI. Eldar Mansurov - Melody.
Mudanças climáticas e a insônia.
Mudanças climáticas podem agravar a insônia. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Copenhagen, Dinamarca, noites mais quentes podem interferir na qualidade do sono, aumentando os casos de insônia, principalmente em idosos e mulheres. A insônia marca presença constante na vida das pessoas. A dificuldade de dormir e a perda na qualidade de sono, podem gerar diversos problemas de saúde, como aumento do estresse, irritabilidade, problemas na função cognitiva, aumento da pressão arterial e agravamento de quadros depressivos. A falta ou má qualidade do sono pode ter diversas causas. Entre elas estão estresse, rotinas de trabalho e estudo, problemas físicos, emocionais, e ainda, de acordo com os pesquisadores dinamarqueses, noites mais quentes. [...] Os resultados apontaram que pessoas em países de menor renda, mulheres e idosos, são os que mais sofrem com insônia por interferência do clima na hora de dormir. E que, em temperaturas acima de 25ºC, as pessoas, no geral, tendem a dormir menos de 7 horas por noite. Apesar desses achados, os pesquisadores informam que mais estudos devem ser realizados para se compreender melhor a relação entre as noites mais quentes, provenientes dos efeitos das mudanças climáticas, e a piora na qualidade do sono. E também compreender as diferenças observadas nos índices de insônia entre pessoas residentes em países de maior renda, quando comparados aos de menor renda. Fontes (textos e créditos): https://www.tecmundo.com.br/ciencia/239414-mudancas-climaticas-agravar-insonia-sugere-estudo.htm https://conexaoplaneta.com.br/blog/aquecimento-global-provoca-insonia/ https://www.boletimambiental.com.br/noticia/2017-07-06/aquecimento-global-pode-dar-insonia/ Imagem (créditos): https://www.boletimambiental.com.br/noticia/2017-07-06/aquecimento-global-pode-dar-insonia/ Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=zkGzQulZSEo. Eldar Mansurov - Taleyim.
Moscas comuns representam maior risco à saúde do que mosquitos.
As moscas podem transmitir doenças porque estão em contato constante com materiais em decomposição, como fezes ou sujeira, transportando bactérias e parasitas capazes de causar algumas doenças, como infecção intestinal, miíase (que é a infestação de larvas de moscas na pele), loíase (que é uma infecção dos tecidos sob a pele ou sob a membrana externa transparente que cobre o olho - a conjuntiva), transmissão de doenças pelo verme nematódeo Loa loa, e também a doença do sono. A picada da mosca tsé-tsé (Glossina palpalis) provoca sono porque transmite um parasita chamado Trypanosoma brucei. É este protozoário que leva a pessoa a um estado de torpor e letargia. As moscas são insetos que coletam patógenos nas patas e nas bocas quando as fêmeas colocam ovos na matéria orgânica em decomposição, como fezes, lixo e cadáveres de animais. Esse hábito da mosca não é nada agradável. Como são muito rápidas, precisam de apenas segundos para eles transferirem microrganismos para alimentos ou superfícies diversas. E não é só através do toque, elas podem transferir esses patógenos através da saliva. [...] Principais doenças transmitidas por moscas: 1) CONJUNTIVITE. 2) FEBRE TIFOIDE. 3) TUBERCULOSE. 4) DIARREIA. [...] Um aviso importante: se você está prestes a comer alguma coisa, principalmente em alguns restaurantes self service em ambientes nada higiênicos - isso pode arruinar sua refeição. Você sabia que quando as moscas pousam na comida para comer um pouco, elas vomitam primeiro? Esse vômito contém vestígios do que as moscas comeram anteriormente, seja um pouco do almoço de outra pessoa ou algo nada saboroso, como cocô de cachorro. Agora os cientistas estão alertando que devemos estar muito mais alertas para os riscos associados à mosca doméstica comum e seu vômito em nossa comida. [...] Quando uma mosca comum pousa em locais nada higiênicos, ela não engole essas substâncias captadas, mas ficam armazenadas na boca da mosca, que não é para digestão, então na boca da mosca há poucas enzimas digestivas que normalmente destruiriam a maioria dos patógenos. A boca da mosca é "um lugar para armazenar alimentos antes de chegar ao trato digestivo, onde será transformado em energia para a mosca". Quando a mosca quer comer um novo pedaço de comida, ela regurgita o líquido que está na sua boca para a superfície do seu prato de comida, como parte de seu processo de alimentação. Por causa das coisas desagradáveis que as moscas armazenam em sua boca, ela pode inadvertidamente se tornar um local para armazenar patógenos produtores de doenças. Pior ainda, a boca da mosca também é um lugar onde os micróbios desenvolvem resistência antibacteriana, o que pode significar um desastre para os seres humanos que são infectados por um patógeno. São as pequenas coisas que causam os maiores problemas. Nossa saúde depende de dar mais atenção a essas moscas que vivem conosco. Fontes (créditos): https://www.euronews.com/next/2022/09/22/scientists-warn-common-flies-pose-greater-health-risk-than-mosquitoes-because-they-vomit-o https://www.antinsect.com.br/blog/as-doencas-que-as-moscas-transmitem-e-que-podem-deixar-voce-de-cama/ Imagem (créditos): https://www.antinsect.com.br/blog/as-doencas-que-as-moscas-transmitem-e-que-podem-deixar-voce-de-cama/ https://saude.abril.com.br/medicina/moscas-podem-carregar-351-tipos-de-bacteria-diferentes/
O destino do nosso planeta depende do solo!
A importância do solo revela ao fato de ele ser um material solto e macio encontrado na superfície da crosta terrestre, sendo fundamental para a vida na Terra. Primeiramente, os solos variam muito na superfície da Terra. Tanto com relação à sua espessura quanto em relação às suas características. Tais como cor, quantidade e organização das partículas de que são compostos e fertilidade, entre outras características. São, afinal, constituídos de água, ar, material mineral e orgânico, contendo ainda organismos vivos. Dessa forma, os solos servem como um meio natural para o crescimento das plantas, e é acima deles que construímos nossas casas, edifícios, estradas, etc. Os solos têm 5 papéis básicos ou funções no nosso ambiente: Primeira função - o solo sustenta o crescimento das plantas. Segunda função - as características dos solos determinam o destino da água na superfície da terra, essencial para a sobrevivência. Terceira função - o solo desempenha um papel essencial na reciclagem de nutrientes. Quarta função - o solo é o habitat e casa de muitos organismos. Quinta função - os solos não fornecem apenas o material (tijolos, madeira) para a construção de nossas casas e edifícios. [...] Solos saudáveis alimentam toda a cadeia alimentar, desde os alimentos que comemos até a água que bebemos e até o ar que respiramos. Conservar e restaurar seu equilíbrio natural requer ação urgente para a sobrevivência de todo organismo vivo. [...] O que podemos fazer para manter o solo do mundo saudável? Uma das principais ameaças aos solos é a sua salinização, devido a práticas agrícolas insustentáveis, em grande parte relacionadas à irrigação com água de baixa qualidade e intrusão de água do mar. A salinização reduz grandemente a produtividade do solo e a prestação de serviços ecossistêmicos pelos solos. Solos afetados pelo sal, ocupam aproximadamente 834 milhões de hectares da área total do mundo. A principal ameaça é que a salinização é uma preocupação crescente. As soluções estão à vista. Precisamos adotar boas práticas baseadas no país e o resultado de uma combinação de conhecimento científico e local – redefinindo o equilíbrio e a harmonia de nossos solos. É um trabalho diário levantar a voz para a boa qualidade de nossos solos, nosso aliado silencioso. É hora de aumentar os investimentos em manejo sustentável do solo para ter solos saudáveis que funcionem como agentes de mudança para enfrentar todos os desafios globais. Das mudanças climáticas, insegurança alimentar, poluição, degradação da terra e perda de biodiversidade, à pobreza – é isso que estamos enfrentando se não agirmos agora. CRÉDITOS: FONTES: https://www.euronews.com/green/2022/02/12/the-fate-of-our-planet-hinges-on-soil-our-silent-ally-says-un-scientist https://www.todoestudo.com.br/geografia/importancia-do-solo IMAGEM: https://www.todoestudo.com.br/geografia/importancia-do-solo TRILHA SONORA: acervo pessoal
O que sabemos do Universo?
Com base em diversas observações de estrelas e galáxias, o universo parece estar se afastando, ou seja, está se expandindo mais rápido do que previsto pelos melhores modelos do cosmos. As evidências desse enigma vêm se acumulando há anos, a ponto de alguns pesquisadores considerarem iminente uma crise na cosmologia. A matéria que conhecemos, ou acreditamos conhecer, corresponde a apenas 5% do conteúdo do Universo observável. Do restante, 25% são constituídos por matéria escura, sobre a qual não sabemos quase nada; e 70% por energia escura, sobre a qual sabemos menos ainda. Toda a ciência convencional, feita desde a Antiguidade até poucas décadas atrás, enfocou os 5%. E conseguiu resultados notáveis, tanto no entendimento da realidade material, por meio das ciências fundamentais, quanto em sua transformação, por meio das aplicações tecnológicas. Uma quantidade sem precedentes de megaprojetos científicos nos campos da astronomia e da astrofísica está na agenda agora, para levar adiante a investigação dos 5% e incursionar, na medida do possível, nos outros 95%. Atualmente, o que sabemos sobre o Universo? Sabemos que está se expandindo. Que tem de 13 a 14 bilhões de anos de idade. Que é composto principalmente por três coisas: energia escura [70%], matéria escura [25%] e matéria comum [5%]. E que está muito próximo daquilo que descrevemos como geometricamente plano. É bom que se diga logo que esta última expressão – “geometricamente plano” – não tem nada a ver com as fantasias pseudocientíficas sobre a “Terra plana”, que foram desenterradas nos últimos anos. Ela quer dizer que o Universo quadri-dimensional pode ser descrito, em larga escala, por meio de uma generalização da geometria euclidiana, na qual os ângulos internos de qualquer triângulo somam 180 graus, nem menos nem mais. Como sabemos isso? As distâncias dos objetos astronômicos foram calculadas por meio da intensidade da luz que nos chega deles. E que conseguimos saber que estão se afastando de nós porque os comprimentos de onda da luz que emitem se alongam, desviando-se para o vermelho. A conclusão de Edwin Hubble em 1929, foi que o Universo como um todo estava em expansão. [...] O James Webb é um projeto que levou mais de 20 anos para ser desenvolvido. O James Webb tem uma tecnologia de 20 anos atrás, porque não se mudam os detectores depois de passar 20 anos testando. No solo, como nossa capacidade é muito maior, poderemos ter um telescópio com espelho coletor de mais de 25 metros de diâmetro, em comparação com o espelho de seis metros do James Webb. [...] Um novo telescópio em construção será 4 vezes mais potente que o James Webb - O Telescópio Gigante de Magalhães (GMT), que deve começar a operar até 2029, promete ser quatro vezes mais potente que o telescópio espacial James Webb. Só que o GMT não será lançado no espaço, como seus colegas James Webb e Hubble, mas sim será instalado em um observatório aqui na Terra, o Observatório Las Campanas, no Deserto do Atacama, no Chile, conhecido por ser um dos melhores pontos para observação estelar do mundo. O Telescópio Gigante Magalhães será 200 vezes mais poderoso do que os telescópios existentes na superfície do planeta hoje. Espera-se que ele possa ser usado para complementar as pesquisas do James Webb. Com suas lentes de observação mais sensíveis, a ideia é apontá-lo para áreas previamente descobertas pelo Webb, mas com sinais muito fracos para investigação com o telescópio espacial. Fontes (créditos): https://agencia.fapesp.br/o-que-sabemos-do-universo-sabemos-que-esta-se-expandindo-cada-vez-mais-rapido-diz-nobel-de-fisica/39644/ https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2022/01/o-universo-esta-expandindo-mais-rapido-do-que-previsto https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-61174378 Imagem (créditos): https://agencia.fapesp.br/o-que-sabemos-do-universo-sabemos-que-esta-se-expandindo-cada-vez-mais-rapido-diz-nobel-de-fisica/39644/ Trilha sonora - acervo pessoal.
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