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A certeza de João Luís Fontes que as Igrejas se constroem em conjunto e não por oposição - Emissão 15-01-2026
João Luís Fontes, professor de História e investigador do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa, católico envolvido com o movimento ecuménico desde o final dos anos 90, tem procurado, em especial junto dos jovens, a promoção de sinais de unidade que possam dar credibilidade às Igrejas, mostrando a relevância de Jesus hoje nas suas vidas e na sociedade. A zona rural do patriarcado de Lisboa marca o seu crescimento. O destino traçado para o trabalho no campo foi contrariado pelas professoras, que tiveram de convencer o pai, pois viram nele a capacidade e o gosto de estudo. Também nos anos em que foi catequista gostava mais dasperguntas dos adolescentes do que da ‘doutrina’ dada às crianças. A pastora Eva Michel, da Igreja Presbiteriana, antes aindadas músicas e das semanas na Comunidade Ecuménica de Taizé, semearam no adolescente, que em A-dos-Cunhados nunca tinha ouvido falar de outras Igrejas cristãs, a possibilidade de construir em conjunto, evidenciando os pontos comuns que encontram em Jesus um caminho de comunhão. Com investigação sobre a Idade Média e em História Medieval, João Luís Fontes foi às raízes do Cristianismo para desconstruir o «sempre foi assim» e para ali encontrar, para hoje, caminhos para ser cristão e formas de pertença e aproximação aos caminhos de Jesus.
Os lugares de escuta na Igreja Católica– Emissão 11-01-2026
O padre Tiago Freitas, docente da Faculdade de Teologia da UCP, defendeu que o atual processo sinodal deve integrar o contributo de quem vive a fé de forma “frágil”, “silenciosa” ou à margem das comunidades tradicionais. “É preciso perceber até que ponto Deus fala e o Espírito trabalha naqueles interstícios, naquelas zonas de fronteira, e como integrar nesse processo os crentes nominais e os não crentes que procuram a verdade”, indicou, em entrevista à ECCLESIA. O sacerdote apresenta o seu novo livro, ‘Quando os Cristãos (não) sentem a fé’ (UCP Editora), que nasceu de uma inquietação partilhada com o cardeal Mario Grech, secretário-geral do Sínodo.
Sinodalidade na diocese de Beja - Emissão 10-01-2026
O programa Ecclesia aborda hoje o II Encontro Sinodal Nacional que reúne em Fátima responsáveis dos vários organismos católicos para avaliar o último ano e definir implicações pastorais dos processos de escuta em curso. O encontro vai desenvolver o tema geral ‘Da escuta à missão:espiritualidade sinodal e implicações pastorais’ e pretende ser um momento de partilha sobre a implementação das orientações do Documento Final, publicado em outubro de 2024, resultado do processo conduzido na Igreja católica entre 2021-2024. Esta manhã vamos conversar com Clara Palma, da diocesede Beja, que naquele território tem desde a primeira hora, acompanhado a escuta, a proposta e a implementação deste processo que diz, é transformador da ação e da presença da Igreja.
LUSOFONIAS - Missão a Leste dos Camarões
Tony Neves, no Leste dos Camarões‘Volta à África central em quatro subidas e aterragens’ podia ser um bom título de crónica, pois a Visita aos Camarões começou pela oportunidade de ver do céu, no mesmo dia, a beleza e a dimensão das capitais da RCA, Togo, Guiné Equatorial e Camarões. Foi um dia inteiro passado entre salas de embarque e assentos de aviões. Tudo isto porque se impunha ir de Bangui a Yaoundé e esta foi a melhor proposta de viagem em cima da mesa na hora de comprar bilhetes.As vistas aéreas têm para mim um fascínio especial. Mostram o panorama geral com rios a serpentear florestas, mares que invadem terra firme, verdes que mostram um futuro ecológico de esperança. 223 kms separam Yaoundé de Abong Mbang. O P. Daniel, espiritano em Lomié, levou-me por uma estrada cheia de bananeiras, mandiocais, milho e toda a espécie de frutas tropicais. Impressionou-me Awae, com toneladas de ananases à venda ao longo da estrada. Chegados a Abong, começou o calvário, com uma estrada de terra batida de 126kms de poeira laranja que pareciam ser eternos. Chegados a Lomié, aguardava-nos a grande celebração da passagem de ano, uma Missa com a Igreja à pinha que, ao bater as badaladas da meia noite, entrou em delírio de ação de graças, pois era esse o momento que se celebrava na Eucaristia. A festa continuou noite dentro e, de manhã, voltamos à Igreja para a Missa de Santa Maria Mãe de Deus e do Dia Mundial da Paz.Lomié é também terra de pigmeus que vivem em casas feitas em proporção com o seu reduzido tamanho. Trata-se de povos autóctones, sempre desprezados ao longo da história.A viagem de Lomié para Bertoua deveria ter demorado umas cinco horas e chegou ao destino ao fim de um dia e meio! Saímos às cinco da manhã e o carro da Missão parou às 6h! Conseguiu-se um mecânico que desmontou o eixo e partiu de mota à procura de uma peça, enquanto fiquei guardado pelo chefe da aldeia de Bapilé, a quem todos tratam por ‘sa magesté’. Seis horas depois, regressamos à picada para nova avaria kms à frente! Aí não havia aldeias nem rede de telemóvel. Aguardamos que alguém passasse. Conseguimos contactar um mecânico que exigiu peça que só se encontrava na cidade. Eu e o P. Daniel apanhamos boleia e ele, por caridade, foi-me confiar aos cuidados do pároco da catedral, onde fiquei.A noite passada no presbitério da catedral de Abong Mbang foi corrida, quente e com a constante picada de mosquitos. Cedo saí para reencontrar o P. Daniel que me levou ao terminal rodoviário, expressão técnica para falar de um terreiro onde param e de onde arrancam transportes públicos de todos os tamanhos. Ali se negociou um lugar numa Toyota Hiace que devia fazer os 108 km que conduzem à grande cidade de Bertoua. A carrinha deve ter atingido o fim da linha na Europa, chegou cá como nova e leva 15 ou mais pessoas, com carga em cima e dentro, produtos de toda a espécie. Chamou-me a atenção um autocolante diante de mim: ‘Allah is the first one’… uma boa notícia, o chauffeur é muçulmano, não bebe! Também havia autocolantes do Barcelona, o que foi bom pretexto para abrir conversa.
O estudo e a pregação do Evangelho enraizados na realidade e na vida do Frei dominicano Mário Rui - Emissão 08-01-2026
Angola atravessou a vida do Frei Mário Rui: as pessoas, aspaisagens, a comida. O primeiro ano que passou em Waku Kungo, no Quanza Sul, foi ainda em contexto de guerra, numa vida quase insular, cercada por militares, mas onde a presença de quem nunca sai foi afirmada, porque permanece para partilhar a vida junto da população. Se a missão e o país africano foram surpresas na vida deste Frei dominicano, da Ordem dos Pregadores, também a vocação se apresentou de forma inaugural, depois de ter assumido na sua vida a importância do carisma de SãoDomingos. A pregação, o estudo e ensino da Teologia apareceram na sua vida quando saiu de Estremoz para estudar Gestão Empresarial, em Lisboa, e o destino encaminhou-o para uma residência, da responsabilidade dos Dominicanos. O estilo de vida comunitário, mas em especial o diálogoentre vida e oração, abriram novas perspetivas crentes ao jovem leigo, desenvolvidas depois com os grupos de Reflexão Teológica com Jovens, nos anos 80. Regressado a Angola em 1996, o projeto do Mosaiko –Instituto para a Cidadania tem concretizado a marca Dominicana naquele país: a par do trabalho pastoral, trabalhar pela cidadania e pelos direitos humanos tem sido a concretização de que a transformação acontece pela motivação das pequenas comunidades.
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