Histórias Impublicáveis

Muriel, Ruy Belo,

6 min · 3. feb. 20206 min
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Ruy Belo, Muriel, Moraes editora, Lisboa, 1976 Ruy Belo nasceu em S. João da Ribeira, pequena aldeia do concelho de Rio Maior, em 1933. Foi aluno do liceu de Santarém e cursou Direito, primeiro na Universidade de Coimbra, depois na Universidade de Lisboa, onde se diplomou em 1956. De partida para Roma, doutorou-se em Direito Canónico na Universidade de S. Tomás de Aquino. Em Lisboa, viria a frequentar também a Faculdade de Letras, terminando em 1967 a licenciatura em Filologia Românica. Além de actividade no domínio editorial, Ruy Belo foi também professor. Leitor na Universidade de Madrid desde 1971, regressou ao país em 1977, vindo a falecer de modo súbito no ano seguinte. Nome de destaque na poesia portuguesa contemporânea, exerceu igualmente intensa actividade de  ensaísta e crítico literário. * Aquele Grande Rio Eufrates (1961 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1961]) * O Problema da Habitação (1962 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1962]) * Boca Bilingue (1966 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1966]) * Homem de Palavras (1969 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1969]) * Na senda da poesia (1969 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1969]) * Transporte no Tempo (1973 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1973]) * País Possível (1973 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1973]) * A Margem da Alegria (1974 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1974]) * Toda a Terra (1976 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1976]) * Despeço-me da Terra da Alegria (1977 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1978]). * Os estivadores (1974).

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À conversa com… Almeida Faria

Almeida Faria, n. Montemor-o-Novo, 1943 Uma conversa em torno da sua obra, da sua experiência como professor e da sua amizade com o pintor Mário Botas. Almeida Faria, ficcionista e professor de Filosofia, publicou, aos dezanove anos o seu primeiro e premiado romance, Rumor Branco, obra de referência de uma nova geração. Além de romancista, é autor de ensaios, contos, teatro, e do relato ensaístico de uma viagem à Índia intitulado O Murmúrio do Mundo. A partir de um conto seu, Os Passeios do Sonhador Solitário, escreveu ainda o libreto para a cantata homónima de Luís Tinoco. Os seus romances receberam diversos prémios, estão traduzidos em muitas línguas e são estudados em vários países. Sobre eles há um número crescente de livros, teses e dissertações universitárias. Na Universidade Nova de Lisboa ensinou Estética, Teoria da Arte, Psicologia da Arte e Teoria da Literatura. Ao conjunto da sua obra foi atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, o Prémio Universidade de Coimbra e o Prémio Fundação Inês de Castro. Junta-se à conversa Jaime-Axel Ruiz Baudrihaye que permitiu este encontro.

15. juni 20201 h 4 min
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Nuno Júdice lê poema Nocturno

Pedro, lembrando Inês Em quem pensar, agora, senão em ti? Tu, que me esvaziaste de coisas incertas, e trouxeste a manhã da minha noite. É verdade que te podia dizer: «Como é mais fácil deixar que as coisas não mudem, sermos o que sempre fomos, mudarmos apenas dentro de nós próprios?» Mas ensinaste-me a sermos dois; e a ser contigo aquilo que sou, até sermos um apenas no amor que nos une, contra a solidão que nos divide. Mas é isto o amor: ver-te mesmo quando te não vejo, ouvir a tua voz que abre as fontes de todos os rios, mesmo esse que mal corria quando por ele passámos, subindo a margem em que descobri o sentido de irmos contra o tempo, para ganhar o tempo que o tempo nos rouba. Como gosto, meu amor, de chegar antes de ti para te ver chegar: com a surpresa dos teus cabelos, e o teu rosto de água fresca que eu bebo, com esta sede que não passa. Tu: a primavera luminosa da minha expectativa, a mais certa certeza de que gosto de ti, como gostas de mim, até ao fim do mundo que me deste. Nuno Júdice, in 'Pedro, Lembrando Inês'

29. feb. 202040 s
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À conversa com… o poeta Nuno Júdice

O nosso convidado de hoje é o poeta, professor, ficcionista e editor, Nuno Júdice; junta-se à conversa Jaime-Axel Ruiz Baudrihaye.* Nuno Júdice fala-nos da sua poesia, da criação do texto poético e de alguns assuntos de actualidade política e literária. Nuno Júdice, nasceu em 29 de abril de 1949 (71 anos), na Mexilhoeira Grande, Portimão. É formado “em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa. É Professor Jubilado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde se doutorou em 1989 com uma tese sobre Literatura Medieval O espaço do conto no texto medieval (Vega, 1991). Tem uma obra imensa em múltiplas áreas, é poeta, ensaísta, editor, crítico literário e ficcionista. Colabora regularmente em jornais e revistas com crítica literária e crónicas. No campo do ensaio sobre temas de poesia, ficção e teoria literária. A sua obra está traduzida em mais de uma dezena de línguas e tem uma produção escrita impressionante. Em janeiro de 2009 assumiu as funções de diretor da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. Prémios e actividade literária: 38 livros de poesia publicados até 2019; mais de 20 livros de ficção; uma dezena de livros de ensaio, pelo menos peças de teatro, edições críticas e antologias, e uma imensidade de textos em periódicos; ganhou 16 prémios literários, em que se destaca o Prémio Rainha Sofia; *Jaime-Axel Ruiz Baudrihaye é natural de Espanha, formado em Direito, trabalhou para o estado espanhol nas áreas do turismo e da divulgação cultural, entre outras. Actualmente, encontra-se reformado (a viver em Portugal), mas mantém uma intensa vida cultural e literária, quer como autor, quer como leitor. É um profundo conhecedor da nossa cultura, das nossas letras e tradições. António Trindade

28. feb. 202050 min
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Muriel, Ruy Belo,

Ruy Belo, Muriel, Moraes editora, Lisboa, 1976 Ruy Belo nasceu em S. João da Ribeira, pequena aldeia do concelho de Rio Maior, em 1933. Foi aluno do liceu de Santarém e cursou Direito, primeiro na Universidade de Coimbra, depois na Universidade de Lisboa, onde se diplomou em 1956. De partida para Roma, doutorou-se em Direito Canónico na Universidade de S. Tomás de Aquino. Em Lisboa, viria a frequentar também a Faculdade de Letras, terminando em 1967 a licenciatura em Filologia Românica. Além de actividade no domínio editorial, Ruy Belo foi também professor. Leitor na Universidade de Madrid desde 1971, regressou ao país em 1977, vindo a falecer de modo súbito no ano seguinte. Nome de destaque na poesia portuguesa contemporânea, exerceu igualmente intensa actividade de  ensaísta e crítico literário. * Aquele Grande Rio Eufrates (1961 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1961]) * O Problema da Habitação (1962 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1962]) * Boca Bilingue (1966 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1966]) * Homem de Palavras (1969 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1969]) * Na senda da poesia (1969 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1969]) * Transporte no Tempo (1973 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1973]) * País Possível (1973 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1973]) * A Margem da Alegria (1974 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1974]) * Toda a Terra (1976 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1976]) * Despeço-me da Terra da Alegria (1977 [https://pt.wikipedia.org/wiki/1978]). * Os estivadores (1974).

3. feb. 20206 min