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Over Devocional Alegria Inabalável
Solid Joys é um devocional diário por John Piper. Estes breves e profundos devocionais buscam alimentar sua alegria em Jesus todos os dias do ano.
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26 de Abril - Você foi feito para Deus
Você foi feito para Deus Pois o SENHOR, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo, porque aprouve ao SENHOR fazer-vos o seu povo. (1 Samuel 12.22) O nome de Deus muitas vezes se refere à sua reputação, sua fama, seu renome. É dessa maneira que usamos a palavra “nome” quando dizemos que alguém está fazendo um nome para si mesmo. Ou, às vezes, dizemos: essa é uma marca de “nome”. Nós queremos dizer uma marca com uma grande reputação. Isso é o que eu penso que Samuel indica em 1Samuel 12.22, quando ele diz que Deus fez de Israel um povo “para si” e que ele não desampararia Israel “por causa do seu grande nome”. Essa maneira de pensar sobre o zelo de Deus por seu nome é confirmada em muitas outras passagens. Por exemplo, em Jeremias 13.11, Deus descreve Israel como um cinturão ou cinto que Deus escolheu para evidenciar a sua glória, mas que acabou por ser temporariamente inútil. “Porque, como o cinto se apega aos lombos do homem, assim eu fiz apegar-se a mim toda a casa de Israel e toda a casa de Judá, diz o SENHOR, para me serem por povo, e nome, e louvor, e glória; mas não deram ouvidos”. Por que Israel foi escolhido e feito a vestimenta de Deus? Para que pudesse ser um “nome, e louvor, e glória”. As palavras “louvor” e “glória” nesse contexto nos dizem que “nome” significa “fama”, “renome” ou “reputação”. Deus escolheu Israel para que o povo construísse uma reputação para ele. Deus diz em Isaías 43.21 que Israel é “o povo que formei para mim, para celebrar o meu louvor”. E quando a igreja viu a si mesma no Novo Testamento como o verdadeiro Israel, Pedro assim descreveu o propósito de Deus para nós: “Vós, porém, sois raça eleita... a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2.9). Em outras palavras, Israel e a igreja são escolhidos por Deus para fazer um nome para ele no mundo.
25 de Abril - A salvação de Paulo foi por você
A salvação de Paulo foi por você Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna. (1 Timóteo 1.16) A conversão de Paulo foi por sua causa. Eu quero que você considere isso muito pessoalmente. Deus tinha você em vista quando escolheu Paulo e o salvou por graça soberana. Se você crê em Jesus para a vida eterna — ou se ainda pode crer nele para a vida eterna — a conversão de Paulo é por sua causa. É para tornar vívida para você a incrível longanimidade de Cristo. A vida de Paulo antes da conversão foi uma longa perseguição a Jesus. “Por que me persegues?”, perguntou Jesus (Atos 9.4). “Sua vida de incredulidade e rebelião é uma perseguição a mim!”. Paulo tinha sido separado para Deus desde antes do nascimento. Então, toda a sua vida foi um longo insulto a Deus e uma longa rejeição e zombaria a Jesus que o amava. É por isso que Paulo diz que sua conversão é uma radiante demonstração da longanimidade de Jesus. E é isso que ele oferece hoje. Foi por nossa causa que Jesus o fez dessa forma. Para “evidenciar a sua completa longanimidade” para nós. Para que não percamos a esperança. Para que não pensemos que ele não poderia realmente nos salvar. Para que não pensemos que ele está inclinado à ira. Para que não pensemos que fomos longe demais. Para que não pensemos que o nosso mais amado ente não pode ser convertido, de repente, inesperadamente, pela soberana e superabundante graça de Jesus.
24 de Abril - O poder libertador do perdão
- O poder libertador do perdão Perdoados são os teus pecados. (Lucas 7.48) Uma mulher vem a Jesus na casa de um fariseu, chorando e lavando os seus pés. Sem dúvida ela sentiu vergonha enquanto os olhos de Simão comunicavam a todos os presentes que esta mulher era uma pecadora e que Jesus não deveria permitir que ela lhe tocasse. De fato, ela era uma pecadora. Havia um lugar para vergonha. Mas não por muito tempo. Jesus disse: “Perdoados são os teus pecados” (Lucas 7.48). E quando os convidados murmuraram sobre isso, ele ajudou a sua fé novamente, dizendo: “A tua fé te salvou; vai-te em paz” (Lucas 7.50). Como Jesus a ajudou a combater os efeitos paralisantes da vergonha? Ele lhe deu uma promessa: “Os teus pecados foram perdoados! Tua fé te salvou. Teu futuro será de paz”. Ele declarou que o perdão passado agora concederia paz futura. Portanto, a questão para ela era a fé na futura graça de Deus enraizada na autoridade da obra perdoadora e da palavra libertadora de Jesus. Essa é a maneira pela qual cada um de nós deve lutar contra os efeitos de uma vergonha devida que ameaça demorar muito tempo e nos prejudicar. Devemos lutar contra a incredulidade, agarrando-nos às promessas de graça e paz futuras que vêm através do perdão de nossos atos vergonhosos. • “Contigo, porém, está o perdão, para que te temam” (Salmo 130.4). • “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Isaías 55.6-7). • “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1.9). • “Dele todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo aquele que nele crê recebe remissão de pecados” (Atos 10.43). Não importa se o ato do perdão de Deus é completamente passado, ou se há um novo perdão no futuro — em ambos os casos a questão é o poder libertador do perdão de Deus para o nosso futuro — a liberdade da vergonha. O perdão é pleno de graça futura. Quando vivemos pela fé na graça futura, somos libertos dos efeitos persistentes e paralisantes da vergonha devida.
23 de Abril - Busque o bem da sua cidade
Busque o bem da sua cidade Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel, a todos os exilados que eu deportei de Jerusalém para a Babilônia: Edificai casas e habitai nelas; plantai pomares e comei o seu fruto... Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz vós tereis paz. (Jeremias 29.4-7) Se isso foi verdade para os exilados de Deus na Babilônia, parece ainda mais verdadeiro para os exilados cristãos nesse mundo “babilônico”. Então, o que devemos fazer? Nós devemos fazer as coisas comuns que precisam ser feitas: edificar casas, habitar nelas, plantar pomares. Isso não o contaminará se você fizer tudo para o verdadeiro Rei e não apenas servindo à vista, como para agradar a homens. Busque a paz do lugar para onde Deus o levou. Pense em si mesmo como enviado por Deus, porque é isso que você é. Ore ao Senhor por sua cidade. Peça que coisas grandes e boas aconteçam para a cidade. Evidentemente Deus não é indiferente à sua paz. Esta é uma razão pela qual ele não é indiferente: na paz da cidade, o seu povo terá paz. Isso não significa que desistimos da nossa orientação para o exílio. Na verdade, nós faremos mais bem a esse mundo mantendo uma firme liberdade de suas atrações sedutoras. Serviremos melhor à nossa cidade obtendo os nossos valores da cidade “que há de vir” (Hebreus 13.14). Faremos mais bem à nossa cidade convocando tantos de seus cidadãos quantos pudermos para serem cidadãos da “Jerusalém lá de cima” (Gálatas 4.26). Vivamos assim, para que os nativos desejem conhecer o nosso Rei.
22 de Abril - Cinco razões para ser destemido
Cinco razões para ser destemido Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino. (Lucas 12.32) A razão pela qual Deus deseja que não estejamos temerosos quanto ao dinheiro e às coisas é que isso magnificaria cinco grandes aspectos sobre ele. Primeiro, não ter medo mostra que nós estimamos a Deus como nosso Pastor. “Não temais, ó pequenino rebanho”. Nós somos o seu rebanho e ele é o nosso Pastor. E se ele é o nosso Pastor, então o Salmo 23.1 aplica-se: “O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará” — ou seja, não carecerei de nada do que realmente preciso. Segundo, não ter medo mostra que nós valorizamos a Deus como nosso Pai. “Porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino”. Nós não somos apenas seu pequenino rebanho; somos também seus filhos, e ele é nosso Pai. Ele verdadeiramente se importa e realmente sabe o que você precisa, e trabalhará por você para assegurar-se de que você tem o que necessita. Terceiro, não ter medo mostra que valorizamos a Deus como Rei. Ele pode nos dar o “reino” porque ele é o Rei. Isso acrescenta um tremendo elemento de poder àquele que provê para nós. “Pastor” indica proteção e provisão. “Pai” indica amor, ternura, autoridade, provisão e direção. “Rei” indica poder, soberania e riqueza. Quarto, não ter medo mostra o quão liberal e generoso Deus é. Observe, ele dá o reino. Ele não vende o reino, nem aluga o reino, nem arrenda o reino. Ele é infinitamente rico e não precisa de nossos pagamentos. Assim, Deus é generoso e livre em sua generosidade. E isso é o que magnificamos sobre ele quando não temos medo, mas confiamos nele quanto às nossas necessidades. Finalmente, não ter medo mostra que nós valorizamos a Deus como alguém feliz. Ele “se agrada” em lhe dar o reino. Ele deseja fazer isso. É deleitoso a ele fazê-lo. Nem todos nós tivemos pais como este, que ficavam felizes ao darem em vez de ganharem. Mas isso não importa, porque agora você pode ter tal Pai, Pastor e Rei. Assim, a ênfase desse versículo é que devemos valorizar Deus como nosso Pastor, Pai e Rei que é generoso e se agrada em nos dar o reino de Deus: dar-nos o céu, dar-nos vida eterna e alegria e tudo o que precisamos para chegarmos lá. Se estimarmos a Deus dessa maneira, seremos destemidos e Deus será louvado.
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