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Læs mere Impérios, Colonialismo e Sociedades Pós-coloniais
Podcast do Grupo de Investigação Impérios, Colonialismo e Sociedades Pós-coloniais do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa). Criação e produção: Matheus Serva Pereira e Ricardo Roque. Edição: Matheus Serva Pereira. Arte: Ricardo Roque. Consulte o nosso blog: https://gi-imperios.org/blog/pt/
11 episoder
Enfermeiros africanos e o domínio colonial português em Moçambique
Samora Machel, líder da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) e primeiro presidente do país (1975-1986), antes de aderir às lutas de libertação, trabalhou como enfermeiro entre 1956 e 1963. Apesar deste exemplo emblemático, pouco sabemos sobre os "enfermeiros africanos" que exerceram a profissão durante o colonialismo português em Moçambique. Neste episódio do podcast Impérios, Colonialismo e Sociedades Pós-Coloniais, apresentamos resultados preliminares do projeto exploratório Enfermagem em Moçambique: enfermeiros africanos, dinâmicas coloniais e imaginários anticoloniais (1909-1975), financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (https://doi.org/10.54499/2023.11331.PEX [https://doi.org/10.54499/2023.11331.PEX]), coordenado pelo investigador Matheus Serva Pereira (ICS-ULisboa) e sediado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa). Participam deste episódio o investigador principal do projeto, Matheus Serva Pereira (ICS-ULisboa), e a equipa de investigadores, respectivamente: Patrícia Martins Marcos (Universidade de Oklahoma), Keith Barbosa (Universidade Federal do Amazonas) e Carlos Fernandes (Universidade Eduardo Mondlane). Produção e organização do episódio: Matheus Serva Pereira (ICS-ULisboa). Edição: Matheus Serva Pereira. Arte: Ricardo Roque. Canção (abertura e encerramento): "A derrota dos colonialistas", Alexandre Langa.
Spying on Muslims in Colonial Mozambique, 1964-74
As potências coloniais recorreram a diversas técnicas para controlar as populações sob seu domínio, incluindo o uso da violência e a exploração de divisões religiosas e sociais. Como usou Portugal essas técnicas para governar? Quais foram os seus impactos? Neste episódio do podcast Impérios, Colonialismo e Sociedades Pós-Coloniais, apresentamos a sessão de lançamento do livro Spying on Muslims in Colonial Mozambique, 1964–74, da autoria de Sandra Araújo, investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, recentemente publicado pela Bloomsbury Academic. Neste estudo aprofundado e estimulante, Sandra Araújo recorre a fontes arquivísticas e orais para revelar a ação de um serviço de informações, explorando a espionagem portuguesa sobre as comunidades muçulmanas durante a luta de libertação em Moçambique. O evento decorreu no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, no passado dia 27 de fevereiro de 2025, e foi moderado por Chris Newfield, diretor de Investigação da ISRF (Independent Social Research Foundation). Além da autora, participaram na sessão os historiadores Mustafah Dhada (California State University, Bakersfield) e Martin Thomas (University of Exeter). O episódio está em língua inglesa. Saiba mais sobre o livro Spying on Muslims in Colonial Mozambique [https://bit.ly/4hWRUnP] Agradecimentos: Chris Newfield, Martin Thomas, Mustafah Dhada e a ISRF (Independent Social Research Foundation) Produção e Organização: Sandra Araújo, Ricardo Roque e Matheus Serva Pereira Edição: Matheus Serva Pereira
O Massacre de Wiriyamu 50 Anos Depois
O dia 16 de Dezembro de 2022 assinala a passagem de meio século sobre o Massacre de Wiriyamu. A operação Marosca foi levada a cabo pelos comandos portugueses durante a guerra colonial, em 1972, em cinco aldeias moçambicanas situadas na província de Tete (Charwoha, Juawu, Wiriyamu, Djemusse e Riachu), tendo provocado pelo menos 385 mortos. Cerca de seis meses depois, no dia 10 de Julho de 1973, a violência perpetrada sobre populações civis no triângulo de Wiriyamu foi objeto de denúncia pública internacional, pelo jornal The London Times. O Estado português negou então a veracidade da história revelada. 50 anos depois, o massacre de Wiriyamu continua a ser um tópico sensível, desafiante e polémico do passado colonial português. Recentemente, a evocação da memória das vítimas deste “Acto Indesculpável que desonra a História de Portugal” – palavras proferidas pelo Primeiro-Ministro, António Costa, em 2 de Setembro de 2022, durante uma visita oficial a Moçambique – suscitou manifestações quer de apoio quer de repúdio no espaço público e mediático em Portugal. Neste episódio do Podcast Impérios, Colonialismo e Sociedades Pós-Coloniais temos como convidado o historiador Mustafah Dhada. Tendo dedicado mais de 20 anos ao estudo do Massacre de Wiriyamu, Mustafah Dhada é professor no Departamento de História na California State University Bakersfield e investigador associado do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Em 2016, publicou a obra “The Portuguese Massacre of Wiriyamu in Colonial Mozambique, 1964-2013”, traduzida e editada em Portugal no mesmo ano. Em 2017, este trabalho foi distinguido com o Martim A. Klein Award, atribuído pela American Historical Association, assim como integrado na lista de recomendações do Programa Ler+ do Plano Nacional de Leitura em Portugal. Em 2020, Mustafah Dhada publicou também “The Wiriyamu Massacre. An Oral History, 1960-1974”, que aguarda ainda tradução e edição em língua portuguesa. O público encontrará uma conversa, em língua portuguesa e inglesa, moderada por Sandra Araújo, na qual participaram também os investigadores Ricardo Roque, Nuno Domingos e Matheus Serva Pereira, sobre: Wiriyamu, enquanto evento histórico de violência colonial de massas, seu contexto, impacto e relevância; Wiriyamu no quadro das narrativas historiográficas sobre violência colonial de massas, bem como as opções metodológicas (e suas limitações) para a pesquisa e reconstituição histórica destes eventos; finalmente, tomando como ponto de partida o recente discurso de António Costa, abordam-se questões associadas à memória e políticas de memória. Produção e Organização: Sandra Araújo, Ricardo Roque, Nuno Domingos e Matheus Serva Pereira Edição: Matheus Serva Pereira Arte: Ricardo Roque Agradecimento Especial: Mustafah Dhada
Quid Iuris? Somos todos Advogados! Direito, justiça e advocacia em Goa e no Brasil no século XIX
Uma conversa sobre a atividade exercida, no século XIX, pelos Advogados Provisionários goeses e brasileiros, com destaque para o envolvimento do Advogado brasileiro Luíz Gama na causa abolicionista brasileira. Este episódio faz parte de um conjunto de três outros, que se realizaram no âmbito do projeto de investigação «Pluralismo Jurídico no Império português (séculos XVIII-XX)», financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/DIR/OUT/30873/2017) e desenvolvido no Cedis, Centro de Investigação da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa/Nova School of Law, e no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. São coordenadoras do projeto Cristina Nogueira da Silva e Ângela Barreto Xavier. Além do enquadramento da atividade destes profissionais nos respetivos contextos, goês e brasileiro, neste episódio o público encontrará uma abordagem comparativa dos seguintes aspetos: i) a sua formação profissional; ii) o seu lugar e o papel que desempenharam nos sistemas judiciários em que se moveram, bem como as suas relações com outros agentes desses sistemas; iii) os diferentes usos, costumes e estilos das comarca judiciais em que exerceram a sua profissão; iv) o seu legado na cultura jurídica dos meios em que atuaram. O debate foi moderado por Anabela Paula Brízido (Doutoranda em Direito da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa/NOVA School of Law e Advogada). Participaram nele dois historiadores e juristas, Luís Cabral de Oliveira (Professor do Departamento de Ciências Jurídicas no Instituto Politécnico de Leiria e investigador do Cedis) e Bruno Rodrigues de Lima (Investigador do Max Planck Institute for Legal History and Legal Theory). Produção e organização: Cristina Nogueira da Silva (FDUNL/NSL), Anabela Brízido (FDUNL/NSL) e Matheus Serva Pereira (ICS, Universidade de Lisboa). Edição: Matheus Serva Pereira. Arte: Sara Gomes
Pluralismo jurídico no Império português (séculos XVIII-XX)
Uma discussão coletiva sobre os conceitos e as dinâmicas do pluralismo jurídico em vários contextos geográficos e cronológicos do Império português. Este episódio faz parte de um conjunto de três outros, que se realizaram no âmbito do projeto de investigação «Pluralismo Jurídico no Império português (séculos XVIII-XX)», financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/DIR/OUT/30873/2017) e desenvolvido no Cedis, Centro de Investigação da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa/Nova School of Law, e no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. São coordenadoras do projeto Cristina Nogueira da Silva e Ângela Barreto Xavier. Neste episódio, que resultou de uma mesa-redonda integrada no sétimo Global Meeting on Law & Society (Rage, Reckoning, & Remedy), organizado pela Law & Society Association, em Lisboa, no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE, 15 de julho de 2022), o público encontrará um debate sobre conceitos (pluralismo jurídico, multinormatividade), mas também i) sobre as relações que se estabeleceram entre a(s) ordem(s) jurídica(s) portuguesa(s) e as normatividades locais («nativas») dos territórios americanos, africanos e asiáticos do Império português; ii) sobre o modo como essas realidades normativas (europeias e «nativas») foram usadas e transformadas por «colonizadores» e «colonizados», bem como iii) sobre a multiplicação de estatutos pessoais implicadas nessa interação. Participaram neste debate os seguintes investigadores: Cristina Nogueira da Silva (Professora Associada da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa/NOVA School of Law Ângela Barreto Xavier (Investigadora no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa Conceição Neto (Professora Catedrática da Universidade Agostinho Neto) Anabela Paula Brízido (Doutoranda em Direito da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa/NOVA School of Law) João Figueiredo (Investigador pós-doutorado da NOVA School of Law | CEDIS) Luís Cabral de Oliveira (Professor do Departamento de Ciências Jurídicas no Instituto Politécnico de Leiria e investigador do Cedis) Matheus Serva Pereira (Investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa Pedro Cardim (Professora Associado da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa) Ricardo Roque (Investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) Produção e organização: Cristina Nogueira da Silva (FDUNL/NSL) e Matheus Serva Pereira (ICS, Universidade de Lisboa). Edição: Matheus Serva Pereira. Arte: Sara Gomes
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