Pensando a Educação no Brasil

Decolonialidade, Epistemicídio e Educação: uma conversa sobre os limites e possibilidades da educação brasileira.

17 min · 5 de jun de 202117 min
Portada del episodio Decolonialidade, Epistemicídio e Educação: uma conversa sobre os limites e possibilidades da educação brasileira.

Descripción

Por meio das abordagens discutidas, objetivamos enfatizar a relevância do entendimento sobre a decolonialidade e o epistemicídio na educação brasileira pensado, também, pela linha de estudos da Educação Museal, caracterizado como um campo científico em construção, que produz conhecimento específico na relação entre espaços culturais como, por exemplo, museus, universidades, pontos de memórias, escolas e demais espaços onde ocorrem processos de formação integral. Procuramos tratar dos temas citados como forma de resgatar os espaços de memória e identidade das culturas preteridas no âmbito da educação. Faz-se imprescindível entendermos, como professores, que boa parte dos conteúdos pedagógicos é resultado de um modelo homogêneo na produção dos conhecimentos, excluindo as demais epistemologias ocidentais e marginalizadas. Caberia a nós, dessa forma, repensar no papel da interculturalidade como um agente para a construção de um espaço epistemológico. Tencionando ativar a criticidade dos discentes, reféns dessas ideologias hierárquicas e preconceituosas, para que assim, possamos, enfim, pensar numa educação heterogênea e, sobretudo, emancipadora. Alunos: Graziela Mayara (@gmayyyy_) Ricardo Domingues (@ricardolagoad) Suellen Nunes (@suellenunes_) Vitória Luyza Cardoso (@luyza.cb) Vivian Jade Barbosa (@afrojade) Editor: Samuel quadra (@samuelquadra)

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Decolonialidade, Epistemicídio e Educação: uma conversa sobre os limites e possibilidades da educação brasileira.

Por meio das abordagens discutidas, objetivamos enfatizar a relevância do entendimento sobre a decolonialidade e o epistemicídio na educação brasileira pensado, também, pela linha de estudos da Educação Museal, caracterizado como um campo científico em construção, que produz conhecimento específico na relação entre espaços culturais como, por exemplo, museus, universidades, pontos de memórias, escolas e demais espaços onde ocorrem processos de formação integral. Procuramos tratar dos temas citados como forma de resgatar os espaços de memória e identidade das culturas preteridas no âmbito da educação. Faz-se imprescindível entendermos, como professores, que boa parte dos conteúdos pedagógicos é resultado de um modelo homogêneo na produção dos conhecimentos, excluindo as demais epistemologias ocidentais e marginalizadas. Caberia a nós, dessa forma, repensar no papel da interculturalidade como um agente para a construção de um espaço epistemológico. Tencionando ativar a criticidade dos discentes, reféns dessas ideologias hierárquicas e preconceituosas, para que assim, possamos, enfim, pensar numa educação heterogênea e, sobretudo, emancipadora. Alunos: Graziela Mayara (@gmayyyy_) Ricardo Domingues (@ricardolagoad) Suellen Nunes (@suellenunes_) Vitória Luyza Cardoso (@luyza.cb) Vivian Jade Barbosa (@afrojade) Editor: Samuel quadra (@samuelquadra)

5 de jun de 202117 min