Comunhão Diária

Lição da Escola Sabatina - 07/06/2020

7 min · 7. Juni 20207 min
Episode Lição da Escola Sabatina - 07/06/2020 Cover

Beschreibung

O historicismo e as profecias O método fundamental aplicado pelos Adventistas do Sétimo Dia para estudar as profecias chama-se historicismo. É a ideia de que muitas das principais profecias da Bíblia seguem um fluxo linear ininterrupto da História, do passado ao presente, e ao futuro. Esse método é semelhante à maneira pela qual a História é estudada nas escolas. Adotamos esse método porque a própria Bíblia interpreta as profecias dessa maneira. 1. Leia Daniel 2:27-45. Quais aspectos do sonho indicam uma sucessão contínua e ininterrupta de poderes ao longo da História? De que maneira a própria Bíblia nos mostra como interpretar a profecia apocalíptica (relacionada ao tempo do fim)? _________________________________________________ Observe que o reino de Nabucodonosor é reconhecido como a cabeça de ouro. Portanto, Daniel identificou Babilônia como o primeiro reino (Dn 2:38). Em seguida, ele disse: “Depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino” (Dn 2:39) e depois um quarto (Dn 2:40). O fato de que esses reinos tinham uma sequência, um após o outro, sem quaisquer lacunas, também está implícito na própria estátua, pois cada reino é representado em partes de um corpo maior, movendo-se da cabeça aos dedos dos pés. Essas partes estavam conectadas, assim como o tempo e a História estão conectados. Em Daniel 7 e 8, em vez de uma estátua, são usados símbolos específicos de animais para ensinar sobre os mesmos acontecimentos. Vemos uma sequência ininterrupta de quatro reinos terrestres (três em Daniel 8). Eles começam na Antiguidade e atravessam a História até o presente e o futuro, quando Cristo retornará, e Deus estabelecerá Seu reino eterno. Portanto, a estátua de Daniel 2 e as sucessivas visões de Daniel 7 e 8 proveram o fundamento para a interpretação historicista protestante das profecias, que os Adventistas do Sétimo Dia ainda defendem. 2. Leia João 14:29. Segundo as palavras de Jesus, como as profecias podem funcionar? Assinale a alternativa correta: A.(  ) Como sinais para confirmar nossa fé no Senhor. B.(  ) Como indicações para calcularmos a data da volta de Cristo. Que enorme vantagem temos hoje, em relação a alguém que viveu no tempo de Babilônia, considerando que grande parte da história já se passou?

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Episode Lição da Escola Sabatina - 07/06/2020 Cover

Lição da Escola Sabatina - 07/06/2020

O historicismo e as profecias O método fundamental aplicado pelos Adventistas do Sétimo Dia para estudar as profecias chama-se historicismo. É a ideia de que muitas das principais profecias da Bíblia seguem um fluxo linear ininterrupto da História, do passado ao presente, e ao futuro. Esse método é semelhante à maneira pela qual a História é estudada nas escolas. Adotamos esse método porque a própria Bíblia interpreta as profecias dessa maneira. 1. Leia Daniel 2:27-45. Quais aspectos do sonho indicam uma sucessão contínua e ininterrupta de poderes ao longo da História? De que maneira a própria Bíblia nos mostra como interpretar a profecia apocalíptica (relacionada ao tempo do fim)? _________________________________________________ Observe que o reino de Nabucodonosor é reconhecido como a cabeça de ouro. Portanto, Daniel identificou Babilônia como o primeiro reino (Dn 2:38). Em seguida, ele disse: “Depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino” (Dn 2:39) e depois um quarto (Dn 2:40). O fato de que esses reinos tinham uma sequência, um após o outro, sem quaisquer lacunas, também está implícito na própria estátua, pois cada reino é representado em partes de um corpo maior, movendo-se da cabeça aos dedos dos pés. Essas partes estavam conectadas, assim como o tempo e a História estão conectados. Em Daniel 7 e 8, em vez de uma estátua, são usados símbolos específicos de animais para ensinar sobre os mesmos acontecimentos. Vemos uma sequência ininterrupta de quatro reinos terrestres (três em Daniel 8). Eles começam na Antiguidade e atravessam a História até o presente e o futuro, quando Cristo retornará, e Deus estabelecerá Seu reino eterno. Portanto, a estátua de Daniel 2 e as sucessivas visões de Daniel 7 e 8 proveram o fundamento para a interpretação historicista protestante das profecias, que os Adventistas do Sétimo Dia ainda defendem. 2. Leia João 14:29. Segundo as palavras de Jesus, como as profecias podem funcionar? Assinale a alternativa correta: A.(  ) Como sinais para confirmar nossa fé no Senhor. B.(  ) Como indicações para calcularmos a data da volta de Cristo. Que enorme vantagem temos hoje, em relação a alguém que viveu no tempo de Babilônia, considerando que grande parte da história já se passou?

7. Juni 20207 min
Episode Meditação Matinal da Igreja Adventista - 07/06/2020 Cover

Meditação Matinal da Igreja Adventista - 07/06/2020

Do desespero à felicidade. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius As mulheres disseram a Noemi: Seja o Senhor bendito, que não deixou, hoje, de te dar um neto que será teu resgatador, e seja afamado em Israel o nome deste. Ele será restaurador da tua vida e consolador da tua velhice, pois tua nora, que te ama o deu à luz. Rute 4:14, 15 Em setembro de 2015, a foto do corpinho morto de Aylan Kurdi em uma praia da Turquia chocou o mundo. Procedente da cidade turca de Bodrum, o bote que levava outras pessoas, incluindo a família de Aylan, dirigia-se à ilha de Kos, mas não chegou ao destino. Da família Kurdi, morreram Aylan, de três anos, seu irmão, de cinco anos, e sua mãe, de 35 anos. O pai, Abdulá, foi resgatado pela guarda costeira turca. Os passageiros do bote tentavam fugir da perseguição de extremistas islâmicos e, certamente, ampliariam o número dos cerca de 70 milhões de refugiados que, segundo a Agência das Nações Unidas para Refugiados, espalham-se pelo mundo, tentando recomeçar a vida em outros países. Há outras razões, além de conflitos bélicos, pelas quais pessoas deixam suas origens em busca de melhores condições de sobrevivência. Pobreza e calamidades naturais estão entre elas. No Brasil, o fenômeno da seca tem empurrado muitas pessoas para centros mais desenvolvidos. Há quem obtenha êxito; mas também há quem se dê mal e retorne à terra natal. Esse lado amargo do êxodo em busca de melhores condições de vida foi experimentado pela israelita Noemi. Por causa de uma grande seca que se abateu sobre Israel, ela deixou Belém de Judá rumo às terras de Moabe junto ao esposo, Elimeleque, e os filhos, Malon e Quiliom. Lá ficou viúva, restando-lhe a companhia dos filhos e das noras moabitas, Rute e Orfa. No entanto, os filhos também morreram; e Noemi retornou a Belém na companhia de Rute, que aceitou servir ao Deus de Israel. As palavras com que reagiu aos comentários sobre sua chegada a Belém traduzem seu desespero: “Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso. Ditosa eu parti, porém o Senhor me fez voltar pobre” (Rt 1:20, 21). Graças à providência de Deus, Rute foi colher espigas nos campos de Boaz, um parente do esposo de Noemi. Ambos se apaixonaram, casaram-se e, desse relacionamento, nasceu Obede que se tornou pai de Jessé, portanto, avô de Davi e ancestral de Jesus Cristo. O que mais Noemi poderia ter desejado? A esperança e a realização pessoal foram resgatadas em seu coração, uma bênção do Deus que nos conduz, mesmo quando sentimos o peso do mundo desabando sobre nós.

7. Juni 20203 min
Episode Lição da Escola Sabatina - 06/06/2020 Cover

Lição da Escola Sabatina - 06/06/2020

A Bíblia e as profecias As profecias bíblicas são essenciais para nossa identidade e missão. Elas apresentam um mecanismo interno e externo para confirmar a exatidão da Palavra de Deus. Jesus disse: “Disse-vos agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais” (Jo 14:29; veja também Jo 13:19). A pergunta crucial é: como podemos interpretar as profecias corretamente a fim de saber quando elas realmente aconteceram? Durante a Reforma, os reformadores adotaram o método historicista. Esse método é o mesmo que Daniel e João usaram como chave para sua própria interpretação. O método historicista considera as profecias um cumprimento progressivo e contínuo da História, começando no passado e terminando com o reino eterno de Deus. Nesta semana estudaremos os pilares da interpretação profética historicista. “Devemos ver na História o cumprimento da profecia, estudar as operações da Providência nos grandes movimentos reformatórios, e entender o progresso dos acontecimentos ao ver as nações ­mobilizando-se para o combate final do grande conflito” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 307). Um aperto de mão dado por um cristão pode transformar vidas. Experimente olhar para as pessoas como Cristo olhava!

6. Juni 20202 min
Episode Meditação Matinal da Igreja Adventista - 02/06/2020 Cover

Meditação Matinal da Igreja Adventista - 02/06/2020

Sempre alegres? Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Filipenses 4:4 Ao refletirmos sobre esse conselho de Paulo, podem surgir algumas perguntas: O que de fato o apóstolo quis dizer? Em nossa condição humana, não devemos nos permitir ficar tristes nem por um momento? É pecado nos sentir deprimidos? Acaso estariam certos aqueles que ensinam que toda oscilação nos sentimentos do cristão é falta de fé ou submissão ao controle do inimigo? Que dizer de Elias? Davi? Jó? E Cristo, ao dizer com toda transparência no Getsêmani: “A Minha alma está profundamente triste até à morte” (Mt 26:38)? Por que teria Ele chorado junto ao túmulo de Lázaro (Jo 11:35)? De fato, a alegria é um dos componentes do fruto do Espírito. Portanto, ela não é uma disposição natural do ser humano, mas dádiva de um poder sobrenatural; é alegria “no Senhor”, como afirmou Paulo. Não se trata do extravasamento de mero prazer segundo a visão popular: superficial, impulsivo, não raro associado à satisfação de algum desejo, mas um princípio que nos confere confiança, paz, bem-estar, serenidade, esperança, apesar das circunstâncias exteriores. O escritor francês Henri Pradel realça a superioridade da alegria plena sobre o prazer terrestre. Para ele, “a alegria é tão diferente do prazer como a joia difere do estojo que a encerra […]. O prazer é uma satisfação mais material, enquanto a alegria é mais espiritual; o prazer é mais tumultuoso, a alegria é mais profunda. O prazer é mais passageiro; a alegria, mais difusa; o prazer, mais localizado, a alegria é mais expansiva; o prazer é cansativo, extenuante às vezes; mas a alegria é sempre revigorante, reanimadora. A alegria é um estado, ela vem do interior; o prazer nos é oferecido de fora” (Os Lazeres: Meios de Formação, p. 147). Contudo, há um tipo de prazer que todos devemos sentir, e que é resultante do princípio da alegria interior: o prazer que se sobrepõe à dor. Paulo, mesmo tendo se referido ao espinho na carne que o atormentava, disse: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor a Cristo. Porque quando sou fraco, então, é que sou forte” (2Co 12:10). A confortadora maravilha a ser lembrada neste dia é que o amor de Deus, Sua onipotência e Seu infinito interesse em nossa felicidade continuam inalteráveis em tempos de prosperidade ou de angústia. Assim, podemos enfrentá-los confiantes e com alegria.

6. Juni 20203 min
Episode Meditação da Mulher - 04/06/2020 Cover

Meditação da Mulher - 04/06/2020

Dons na maioridade Leitura por @ZaneDePaula A beleza dos jovens está na sua força; a glória dos idosos, nos seus cabelos brancos. Provérbios 20:29 Os desafios sempre fizeram parte da minha vida. Desde muito jovem, trabalhava e sempre tive muitas atividades na igreja. No entanto, quando avançamos na idade, pensamentos nos vêm, dizendo que não daremos conta de realizar as mesmas tarefas que fazíamos anteriormente. Tenho 6 anos e continuo ativa na gerência de meus negócios, além de desempenhar várias funções em minha igreja. Existem áreas, porém, nas quais a presença dos jovens tem maior predominância, como por exemplo na música. O Ministério da Música em minha igreja é muito atuante e predominantemente exercido pelos jovens. Temos uma banda com diversos instrumentos, e a maioria dos músicos tem aproximadamente anos de idade. E eles são muito talentosos. Além disso, temos um grupo de vocalistas num total 15 de pessoas. Pediram-me para assumir a direção do Ministério da Música. Para mim, isso foi um grande desafio. Como conseguiria trabalhar com uma geração tão diferente da minha? Senti que aquele convite era um chamado de Deus. Apesar de já estar atuando em outros ministérios, aceitei o chamado. Além de coordenar as equipes de músicos, também tenho a missão de convidar pessoas para cantar nos cultos. Não tenho nenhuma formação acadêmica na área musical. Acredito que quando Deus chama, Ele capacita. Muitas pessoas não me apoiaram, pois diziam que eu já tinha atividades demais e que já estava na idade de ficar quieta. Deus, porém, pode nos chamar a qualquer hora e nos dar forças e condições para exercitar nossos dons. No meu caso, acredito que fui chamada para dar equilíbrio e harmonia aos jovens. Temos desafios todos os dias. Entretanto, a cada desafio vencido, nos tornamos mais fortes. Sei que alguns podem me ver como uma pessoa idosa, mas Deus me vê de forma diferente. Ele me vê como alguém que ainda pode contribuir para Sua obra. Por isso respondi: “Eis-me aqui. Tenho saúde debilitada, sofri dois infartos, mas o Senhor conhece meu coração.” Como observado em Provérbios, os jovens têm força, mas, aos mais velhos, Deus dá sabedoria e experiência. Se acreditarmos que Deus está à frente de todas as coisas, não teremos o que temer. É o Espírito Santo quem faz a obra. Mercia Cajazeiro

4. Juni 20203 min